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| Anish Kapoor, Mother as a Mountain, 1985 . |
terça-feira, 30 de julho de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
aqui da rua...
Gosto de quando aqui sentada, pelas manhãs.... escuto, a senhora que varre a rua à conversa com a vizinha, " sabia que a D. Amélia...." e ao mesmo tempo o som das obras, no prédio no final do quarteirão, soam.. e nos intervalos cai o cutelo, no talho da frente, sobre a peça do talhante e enquanto toda a cena se desenrola soa o trompete do homem alto e grisalho aqui da rua.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
Últimos dias...
A exposição patente no CAM até ao dia 7 de Julho e com a curadoria de Bergit Arends e Greg Hilty resulta de um programa de residências artísticas, ao longo de cinco anos, nas ilhas Galápagos. Foram convidados a interagir com as comunidades locais, estabelecendo relações entre arte, ciência, politica e natureza, artistas como Filipa César, Paulo Catrica, Tania Covats, Alexis Deacon, Kaffe Matthews entre um total de doze artistas.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
A Casa de Lava - Caderno, Pré-venda
Em pré-venda até domingo, está o novo livro da Pierre von Kleist, "A Casa de Lava - Caderno" de Pedro Costa, eu já encomendei o meu :)
filme. trailer
filme. trailer
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| da Pierre von Kleist |
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Valter Ventura, 22 de Junho no Moinho do Jim
"Quando era pequeno tinha a cabeça cheia de John Waynes e Errol Flynnes. Percebi que a dimensão das suas aventuras era proporcional à dos desertos e mares que atravessavam. Deitava-me sobre as cartas do «Gran Atlas Aguilar», que tendo 80cm eram quase da minha altura, para procurar esses territórios vazios.
Voltei aos mapas do «Atlas» para explorar uma incerteza científica: territórios concretos, delimitados e definidos por uma retícula de paralelos e meridianos, que entre as suas malhas não apanharam qualquer matéria utilizável para cumprir o seu propósito: achar-nos.
Voltei aos mapas do «Atlas» para explorar uma incerteza científica: territórios concretos, delimitados e definidos por uma retícula de paralelos e meridianos, que entre as suas malhas não apanharam qualquer matéria utilizável para cumprir o seu propósito: achar-nos.
Respeitando as divisões que a cartografia impõe, fui verificando uma quadrícula cheia de espaços sem referências, de não-lugares (utopos) que não sendo nada, podem vir a ser tudo."
Valter Ventura, Fevereiro de 2013
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| Valter Ventura, Cartas do Vazio do projecto Compêndio do Nada, 2013 |
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| no Carpe Diem, Lisboa, 2013 |
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