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sábado, 6 de junho de 2015
sábado, 9 de agosto de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Momento I de Andrea Brandão para a Arte Capital
ANDREA BRANDÃOMOMENTO IESPAÇO ARTE TRANQUILIDADE Rua Rodrigues Sampaio, 95 Lisboa 15 MAI - 25 JUL 2014 “Provavelmente, tudo e todos – e nós mesmos – não somos senão sonhos imediatos da divina Matéria: Os produtos textuais da sua prodigiosa imaginação”. Francis Ponge, Nova Recolha, 1963. A primeira vez que experienciei o seu trabalho foi neste mesmo lugar. Andrea chegava antes das portas se abrirem ao público, de mochila às costas, trazia a matéria que dava corpo à sua peça, A Cidade de Tecla, que se erguia das ruinas em frente aos nossos olhos e por entre as suas mãos. Seis anos depois, volto a subir o mesmo degrau, coloco os pés sobre o tapete, piso o chão, mas já não existem as ruinas de uma cidade que nunca cessou de ser construída. Nesse mesmo chão está agora a Guarda que delimita o espaço, como se nos preparasse para algo que está prestes a acontecer ou a acontecer. Ali ao lado, na vitrine, espera-se por postais que Andrea há-de enviar de São Paulo, uma correspondência, o que gera um gesto tautológico, talvez um dos primeiros, ou últimos, neste espaço intersticial que é o Momento I. Vou até George Steiner quando diz que “A ‘resposta’ suscitada pelo questionar autêntico é uma correspondência”, volto e percorro a exposição, só percorrendo a exposição é que podemos perceber isto. Cada peça parece que nos devolve sempre uma pergunta, que nos questiona. Para começar o facto de claramente o observador ser implicado assim que pisa aquele tapete, depois a forma como a guarda nos questiona e se relaciona com o nosso corpo, a perceção e aproximação ao varão de madeira, a descoberta do Trompe L’oeil, num subtil desdobramento da própria marca do tempo no lugar, uma sobreposição de tempos, depois o corpo do observador que é tornado reflexo sobre a profunda imagem negra. Todo um percurso que se relaciona com o corpo e o espaço, afinal o nosso corpo é a medida de compreensão do espaço, e aqui o espaço não é condicionamento, nem tão pouco um mero receptáculo, mas parte integrante de um diálogo. Cada peça está intimamente relacionada com aquele lugar e com a experiência da artista, dentro e fora dele. O processo criativo é algo que suscita sempre interesse. O discurso desenhado revela-nos uma espontaneidade sincera e comovida, o resultado do tal questionar autêntico, do uso das suas experiências e de tudo o que habita em torno da artista como potência, uma situação, uma palavra, um filme, um livro, tantos são os elementos que podem polinizar uma obra de arte. A arte evolui com a vida, e a prática do ofício traz a consistência, fortalece o artista, e torna-o mais háptico. Assim se sente no discurso que tem vindo a desenhar. Um discurso que não se fixa numa disciplina concreta, mas que permite o claro voo para novas possibilidades, Gromaire diz que a beleza é a perfeita adaptação dos meios ao fim em busca. O Momento I é um espaço intersticial, contém em si a consciência do tempo, o inacabado, o gesto sobre o espaço, a fotografia, e claro a performatividade. :::: Cláudia Ramos Artista Plástica e Curadora Independente
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fonte
terça-feira, 20 de novembro de 2012
monsanto
por estes dias ando a fazer e refazer, até sentir que está próximo...
aqui três imagens...as únicas, a cores, que fiz durante a viagem... do acidental à teatralidade em que tropeçava, passando pelas pinturas, saídas de livros de história da arte, que todos os dias se punham à minha janela.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
degrau a degrau
É um projecto de 2012 que teve origem no último retrato que fiz à minha avó. Neste degrau a degrau pretendo ir descortinando a minha casa, a minha referência de espaço que me leva a ler e reler outros lugares, que espaço é... que lugar é, que objectos são. A demasiada proximidade com os objectos, os cantos no jardim, as pessoas, levam-me a que não queira outro gesto senão o do reconhecer, o de ver até que consiga ver.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Monsanto. Residência Artística
Quase quase... de mochila às costas...
O Centro de Residências Artísticas na Aldeia Histórica de Monsanto coordenado pela GALERIA FANTASMA procura organizar e produzir o desenvolvimento de projectos artísticos transdisciplinares (com ênfase nas artes sonoras, vídeo, performativas e fotografia), seguidos de apresentações públicas na aldeia e na respectiva região.
Os artistas convidados, no âmbito do desenvolvimento dos seus projectos artísticos, são encorajados a estabelecerem interacções profundas com o local, seu espaço geográfico e social, identidade e memória.
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Monsanto. 1940.
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GALERIA FANTASMA. Aldeia Histórica de Monsanto.
O Centro de Residências Artísticas da Galeria Fantasma na Aldeia Histórica de Monsanto seleccionou os seguintes Artistas para a 1ª Edição:
Claúdia Ramos
Rui Dias Monteiro
José Diogo Castiço
Pedro Guimarães
Tilde Engstrøm
Miguel Børsting
Takashi Sugimoto
Yuka Takao
Fernando Roussado
Sara Bichão
Dana Lale
Datas:
Setembro a Dezembro de 2012. Período de Residência.
Fevereiro a Março de 2013. Período de Exposições.
Galeria Fantasma
domingo, 15 de janeiro de 2012
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
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