Impressão Analógica, 100x100cm
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Sophia de Mello Breyner Andresen, 27 e 28 de Janeiro, F. Calouste Gulbenkian
Sophia de Mello Breyner Andresen
Colóquio Internacional
Quinta e Sexta, 27 e 28 Jan 2011
09h00
Aud 2
"(...) mesmo que eu morra o poema encontrará/ uma praia onde quebrar suas ondas"
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Eugénio de Andrade
Cala-te, a luz arde entre os lábios
e o amor não comtempla, sempre
o amor procura, tacteia no escuro,
esta perna é tua?, é teu este braço?,
subo por ti de ramo em ramo,
respiro rente à tua boca,
abre-se a alma à lingua, morreria
agora se mo pedisses, dorme,
nunca o amor foi fácil, nunca,
também a terra morre.
in, A Perspectica da Morte
20 (-2) Poetas Portugueses
e o amor não comtempla, sempre
o amor procura, tacteia no escuro,
esta perna é tua?, é teu este braço?,
subo por ti de ramo em ramo,
respiro rente à tua boca,
abre-se a alma à lingua, morreria
agora se mo pedisses, dorme,
nunca o amor foi fácil, nunca,
também a terra morre.
in, A Perspectica da Morte
20 (-2) Poetas Portugueses
sábado, 15 de janeiro de 2011
em jeito de confidência...
Hoje vi imagens, injecções de fotografias, imagens que nascem porque são bonitas, sem um sentido verdadeiro, apercebi-me de datas alteradas para fazer parecer... não gosto e diria, não suporto quem não sabe o que faz, quem engana a si e ao outro, tudo por uma suposta mais-valia "o auto-retrato".
Não suporto entrar em galerias e ver mais do mesmo, exposições após exposições, ser bombardeada com pessoas que produzem aos quilos, porque quem o faz já há muito que deixou de estar presente por inteiro no que faz, quanto muito encontrou uma fórmula e usa e abusa dessa fórmula porque pega. Não gosto de fórmulas, deixam-nos cegos e pobres de vida. Não consigo fazer se não acreditar se não fizer sentido, prefiro parar, não quero fórmulas, não o faço em primeiro lugar para o outro, quero descobrir-me no que faço e quero dar ao outro a inquietação que sinto quando faço, quero criar no real sentido e não simplesmente sentar-me a regurgitar imagens sem parar e depois limitar-me a fazer casamentos bonitos e colocar um laço no presente com um titulo que parece giro, mas não acrescenta nada ao que vemos.
Não suporto entrar em galerias e ver mais do mesmo, exposições após exposições, ser bombardeada com pessoas que produzem aos quilos, porque quem o faz já há muito que deixou de estar presente por inteiro no que faz, quanto muito encontrou uma fórmula e usa e abusa dessa fórmula porque pega. Não gosto de fórmulas, deixam-nos cegos e pobres de vida. Não consigo fazer se não acreditar se não fizer sentido, prefiro parar, não quero fórmulas, não o faço em primeiro lugar para o outro, quero descobrir-me no que faço e quero dar ao outro a inquietação que sinto quando faço, quero criar no real sentido e não simplesmente sentar-me a regurgitar imagens sem parar e depois limitar-me a fazer casamentos bonitos e colocar um laço no presente com um titulo que parece giro, mas não acrescenta nada ao que vemos.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Francisco Tropa na Bienal de Veneza
Francisco Tropa vai ser o representante de Portugal na próxima exposição da 54.ª edição da Bienal de Veneza que decorrerá de 4 de Junho a 27 de Novembro de 2011, sob o título "Iluminações".
A curadoria é de Sergio Mah.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



